{"id":396,"date":"2021-06-03T11:57:48","date_gmt":"2021-06-03T14:57:48","guid":{"rendered":"https:\/\/eventeditora.com.br\/hotsites\/ht25anos\/?p=396"},"modified":"2021-06-04T11:52:20","modified_gmt":"2021-06-04T14:52:20","slug":"minidicionario-high-end","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/eventeditora.com.br\/hotsites\/ht25anos\/minidicionario-high-end\/","title":{"rendered":"MINIDICION\u00c1RIO HIGH-END"},"content":{"rendered":"<h2><b>MINIDICION\u00c1RIO HIGH-END<\/b><\/h2>\n<p><b>Ambi\u00eancia, palco sonoro, transpar\u00eancia&#8230; explicamos alguns dos termos ligados ao mundo do \u00e1udio que geram mais d\u00favida entre os leitores.<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><b>Por Vinicius Barbosa Lima<\/b><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 comum o leitor de publica\u00e7\u00f5es especializadas em \u00e1udio dom\u00e9stico encontrar express\u00f5es inusitadas dilu\u00eddas em alguns textos. Geralmente, isso ocorre em testes de equipamentos, notoriamente aqueles destinados ao segmento de \u00e1udio high-end, para o qual parece ter sido desenvolvido um linguajar pr\u00f3prio e caracter\u00edstico.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Muitas dessas express\u00f5es conduzem a uma r\u00e1pida interpreta\u00e7\u00e3o, pois sugerem sensa\u00e7\u00f5es ou situa\u00e7\u00f5es j\u00e1 familiares (ainda que utilizadas em outro sentido). Outras, por\u00e9m, soam de forma metaf\u00f3rica e incompreens\u00edvel, e parecem mais adequadas ao vocabul\u00e1rio de poetas do que ao de articulistas de \u00e1udio.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Explicando melhor, quando se fala em \u201csom ardido\u201d, rapidamente nossos sentidos nos lembram de algo estridente e inc\u00f4modo. J\u00e1 express\u00f5es como \u201cagudos l\u00edquidos\u201d, \u201cm\u00e9dios congestivos\u201d, \u201cgraves barrigudos e lentos\u201d, e outras costumam ser dif\u00edceis de ser interpretadas at\u00e9 pelos que convivem diariamente com o universo do home theater.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Sendo o \u00e1udio dom\u00e9stico uma pr\u00e1tica com elevado grau de subjetividade, \u00e9 imposs\u00edvel listar e detalhar todos os termos utilizados. Afinal, muitas vezes, a sua correta interpreta\u00e7\u00e3o vai depender, t\u00e3o e somente, da imagina\u00e7\u00e3o e do sentimento de quem redigiu o texto, j\u00e1 que a express\u00e3o pode ter sido usada com significado abstrato ou figurado.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">H\u00e1, portanto, de se levar em conta os crit\u00e9rios pessoais, embora exista um certo consenso \u2013 no meio audi\u00f3filo \u2013 a respeito da terminologia empregada mais freq\u00fcentemente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Diante disso, decidimos vasculhar algumas das mais conceituadas revistas de \u00e1udio do mundo em busca dos termos mais comumente utilizados por essas publica\u00e7\u00f5es. A partir dessa pesquisa, surgiu este minidicion\u00e1rio comentado do universo high-end. Sua fun\u00e7\u00e3o \u00e9 realmente explicar, simplificar a vida dos usu\u00e1rios de home theater, fazendo com que passem a entender melhor essa apaixonante linguagem do \u00e1udio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><b>Ambi\u00eancia<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Trata-se da sensa\u00e7\u00e3o de envolvimento, do \u201cclima\u201d gerado no local da grava\u00e7\u00e3o. Quando registrada adequadamente pelo engenheiro de \u00e1udio, a ambi\u00eancia ajuda a recompor a impress\u00e3o de realidade, do \u201cestar l\u00e1\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Imagine-se num est\u00e1dio de futebol lotado numa final de campeonato. Certamente, voc\u00ea estar\u00e1 submetido a uma infinidade de sons, imagens e sensa\u00e7\u00f5es que, juntas, ditar\u00e3o o clima do evento. O mesmo pode-se dizer de uma apresenta\u00e7\u00e3o numa bela sala de espet\u00e1culos, onde a profus\u00e3o de freq\u00fc\u00eancias que vagam pelo ambiente (vozes, instrumentos, aplausos, e outras) caracterizam bem o que se passa num acontecimento musical ao vivo. Espera-se, ent\u00e3o, que tudo isso seja corretamente recuperado e reproduzido \u2013 eletronicamente \u2013 por nossas configura\u00e7\u00f5es dom\u00e9sticas de \u00e1udio.<\/span><\/p>\n<h3><b>Colora\u00e7\u00e3o<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Comum no meio audi\u00f3filo, \u00e9 uma analogia que busca relacionar sons e cores. Como o espectro aud\u00edvel situa-se entre 20Hz e 20kHz, e a luz vis\u00edvel vai do vermelho ao violeta, seria como dizer que sons de 20Hz correspondem \u00e0 cor vermelha, enquanto que 20kHz equivalem ao violeta. J\u00e1 a freq\u00fc\u00eancia de 3kHz poderia estar relacionada, por exemplo, a alguma tonalidade de amarelo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em \u00e1udio, este termo \u00e9 usado para relatar que alguma faixa de freq\u00fc\u00eancia n\u00e3o est\u00e1 sendo reproduzida corretamente por um equipamento espec\u00edfico. N\u00e3o no sentido de que haja \u201cdistor\u00e7\u00e3o\u201d, mas sim de que soe, no m\u00ednimo, de forma diferente do esperado. Isso fica claro quando se diz algo como \u201caquela caixa colore muito na regi\u00e3o m\u00e9dia\u201d.<\/span><\/p>\n<h3><b>Cristalino<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Este termo, que vem do cristal (vidro refinado e com grande grau de transpar\u00eancia), \u00e9 usado para definir o n\u00edvel de realidade e reprodu\u00e7\u00e3o de detalhes quando se ouve uma m\u00fasica. Similar \u00e0 transpar\u00eancia.<\/span><\/p>\n<h3><b>Din\u00e2mica<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Express\u00e3o claramente t\u00e9cnica, \u00e9 perfeitamente associada \u00e0 Mec\u00e2nica Cl\u00e1ssica (F\u00edsica), que estuda movimentos e todas as for\u00e7as atuantes e varia\u00e7\u00f5es de intensidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em termos de \u00e1udio, reflete a capacidade do sistema em reproduzir as in\u00fameras varia\u00e7\u00f5es de intensidade sonora durante a reprodu\u00e7\u00e3o musical, de um t\u00eanue (e quase inaud\u00edvel) suspiro ao mais estrondoso rufar de tambores. De um modo simples, pode-se dizer que \u00e9 a diferen\u00e7a entre sons altos e baixos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Considerando que a reprodu\u00e7\u00e3o sonora (musical ou filmes) \u00e9 sempre acompanhada de grandes varia\u00e7\u00f5es de amplitude sonora, a boa reprodu\u00e7\u00e3o din\u00e2mica \u00e9 uma das principais caracter\u00edsticas a ser alcan\u00e7ada por qualquer sistema de alta fidelidade. \u00c9 ela que indica, por exemplo, se o maestro regeu a orquestra com tranq\u00fcilidade ou f\u00faria.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><b>Distor\u00e7\u00e3o<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Toda e qualquer deforma\u00e7\u00e3o dos sinais de \u00e1udio, percept\u00edvel ou n\u00e3o. Ainda que a distor\u00e7\u00e3o possa se apresentar de v\u00e1rias formas, este termo nos leva a uma r\u00e1pida id\u00e9ia do que se trata. Afinal, basta aumentar o volume daquele microsystem do seu quarto para ouvir claramente o que s\u00e3o distor\u00e7\u00f5es manifestadas na forma de chiados, ru\u00eddos e perda de clareza sonora. Diz-se, ent\u00e3o, que a caixa ou o amplificador est\u00e1 distorcendo o som, algo geralmente ligado \u00e0 falta de pot\u00eancia ou \u00e0 pobreza de projeto do amplificador, ou ainda a sua incompatibilidade t\u00e9cnica com a caixa ac\u00fastica que est\u00e1 alimentando.\u00a0<\/span><\/p>\n<h3><b>Musicalidade<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">Sugere algo agrad\u00e1vel ao ouvinte, \u00e9 o puro e simples prazer de ouvir m\u00fasicas das quais se gosta. Sendo uma defini\u00e7\u00e3o subjetiva, por motivos \u00f3bvios, n\u00e3o depende da ac\u00fastica ou de atributos t\u00e9cnicos do sistema.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em geral, tal sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 relacionada a experi\u00eancias anteriormente vividas pelo usu\u00e1rio, seja na aprecia\u00e7\u00e3o de m\u00fasica ao vivo ou mesmo eletr\u00f4nica. At\u00e9 uma simples mudan\u00e7a de humor ou estado emocional pode alterar a musicalidade de certa obra aos nossos ouvidos.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><b>Oitava<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Express\u00e3o comum no meio musical, \u00e9 o intervalo entre duas notas iguais, subindo ou descendo o tom. S\u00e3o sete as notas musicais b\u00e1sicas: d\u00f3, r\u00e9, mi, f\u00e1, sol, l\u00e1, si. Uma seq\u00fc\u00eancia de oito notas chama-se oitava.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Quando relacionado \u00e0 freq\u00fc\u00eancia de \u00e1udio, este termo significa o dobro ou a metade de uma dada freq\u00fc\u00eancia referencial. Assim, para a freq\u00fc\u00eancia de 80Hz, a oitava superior corresponde \u00e0 160Hz, e a inferior \u00e0 40Hz.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><b>Palco sonoro<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Trata-se da ilus\u00e3o que surge quando duas ou mais caixas ac\u00fasticas interagem entre si, gerando ao ouvinte a sensa\u00e7\u00e3o dele estar de frente para o palco de uma casa de espet\u00e1culos. Dentre todas as ilus\u00f5es relativas ao \u00e1udio, talvez seja esta a mais perseguida e de dif\u00edcil alcance.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Pessoalmente, acho que h\u00e1 uma exagerada valoriza\u00e7\u00e3o do elo eletr\u00f4nico (leia-se equipamentos) na busca pelo palco sonoro. Ainda que uma boa configura\u00e7\u00e3o seja imprescind\u00edvel, a obten\u00e7\u00e3o de um palco correto est\u00e1 mais ligada ao posicionamento das caixas ac\u00fasticas e do ouvinte, como tamb\u00e9m \u00e0 ac\u00fastica da sala.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Como o palco de uma casa de espet\u00e1culos \u00e9 um ambiente f\u00edsico (real) e tridimensional (com altura, largura e profundidade), espera-se que a mesma obra musical, ao ser reproduzida por um sistema dom\u00e9stico, apresente semelhante tridimensionalidade, ou seja, passe ao ouvinte a impress\u00e3o dele estar de frente para um palco imagin\u00e1rio, por\u00e9m de dimens\u00f5es reais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para isso, existem alguns truques, como instalar as caixas frontais com o tweeter na mesma altura ou pouco acima do n\u00edvel dos ouvidos de uma pessoa sentada. Esse recurso favorece o ganho na altura do palco, fazendo parecer que o cantor est\u00e1 \u201cem p\u00e9\u201d a sua frente, e n\u00e3o sentado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Afastar as caixas frontais \u2013 uma da outra \u2013 ajuda a aumentar a largura do palco. Por\u00e9m, isso deve ser feito com cuidado, pois quando essas caixas s\u00e3o demasiadamente afastadas, voc\u00ea pode perder o efeito est\u00e9reo. J\u00e1 para ganhar em profundidade, uma sugest\u00e3o \u00e9 aproxim\u00e1-las.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><b>Resolu\u00e7\u00e3o\/defini\u00e7\u00e3o<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">S\u00e3o palavras usadas para generalizar a capacidade de um equipamento em reproduzir todos os detalhes e microdetalhes do acontecimento musical. O importante aqui \u00e9 a quantidade de informa\u00e7\u00f5es reproduzidas. J\u00e1 a qualidade da reprodu\u00e7\u00e3o est\u00e1 mais ligada aos termos transpar\u00eancia e cristalino.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><b>Sinergia<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 o esfor\u00e7o da configura\u00e7\u00e3o de \u00e1udio na tentativa de realizar a sua fun\u00e7\u00e3o mais importante: reproduzir m\u00fasica com a m\u00e1xima proximidade poss\u00edvel do original.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Isso se d\u00e1 pelo correto \u201ccasamento\u201d entre os equipamentos que comp\u00f5em o sistema e a sala, buscando sempre a melhor combina\u00e7\u00e3o poss\u00edvel. Exemplo: a caixa \u201cx\u201d apresenta melhor sinergia (compatibilidade) quando associada ao amplificador \u201cy\u201d do que quando associada ao amplificador \u201cz\u201d.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><b>Textura<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esta palavra nos leva rapidamente a pensar em algo relacionado ao sentido t\u00e1ctil, como a textura da pele de uma crian\u00e7a, ou de uma superf\u00edcie qualquer revestida.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na \u00e1rea de \u00e1udio, significa a capacidade em reproduzir fielmente todas as caracter\u00edsticas s\u00f4nicas de um determinado instrumento, desde seu timbre particular at\u00e9 suas varia\u00e7\u00f5es mais t\u00eanues. A correta textura propicia que o timbre de um instrumento espec\u00edfico seja reproduzido de forma natural, como numa apresenta\u00e7\u00e3o ao vivo.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><b>Timbre<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Caracter\u00edstica sonora particular de um determinado tipo de instrumento musical, a qual \u00e9 inconfund\u00edvel. Poder\u00edamos dizer que \u00e9 a \u201cassinatura s\u00f4nica\u201d do instrumento. Por exemplo: o timbre do violino jamais poder\u00e1 ser confundido com o do viol\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><b>Transientes<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Passagens ou sinais musicais de curta dura\u00e7\u00e3o e aperi\u00f3dicos (transit\u00f3rios). Os transientes s\u00e3o determinantes na percep\u00e7\u00e3o de s\u00fabitas mudan\u00e7as e\/ou combina\u00e7\u00f5es entre instrumentos, facilitando o reconhecimento de cada um deles.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><b>Transpar\u00eancia<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Interligado e dependente de outros conceitos, este termo refere-se \u00e0 capacidade do sistema em reproduzir todos os detalhes e sons contidos na obra musical, com a mais alta qualidade poss\u00edvel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Num sistema muito \u201ctransparente\u201d, o som do estilha\u00e7ar de uma vidra\u00e7a soa de forma t\u00e3o real que sugere a ilus\u00e3o de que o evento est\u00e1 ocorrendo dentro da nossa pr\u00f3pria sala. Em toda a cadeia de reprodu\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica do som, \u00e9 um dos objetivos mais altos a ser alcan\u00e7ado. Quanto maior a qualidade da configura\u00e7\u00e3o (e geralmente o pre\u00e7o), maior o grau de transpar\u00eancia na reprodu\u00e7\u00e3o sonora.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><b>Velocidade<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 a capacidade do equipamento em responder adequadamente aos transientes musicais, o que permite a r\u00e1pida e controlada interpreta\u00e7\u00e3o das notas, sem sobreposi\u00e7\u00f5es, nem perda da clareza e da inteligibilidade.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><span style=\"text-decoration: underline;\"><b>Grava\u00e7\u00e3o: o come\u00e7o de tudo<\/b><\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para perceber e apreciar v\u00e1rias das sensa\u00e7\u00f5es descritas ao longo deste artigo, n\u00e3o basta ter uma eletr\u00f4nica invej\u00e1vel ou uma sala exemplar. Antes de mais nada, parte dos conceitos citados est\u00e1 intrinsecamente ligada \u00e0 qualidade da grava\u00e7\u00e3o, pois como ser\u00e1 poss\u00edvel reproduzir em nossos ambientes dom\u00e9sticos a ambi\u00eancia ou o palco sonoro de uma apresenta\u00e7\u00e3o ao vivo se o engenheiro de \u00e1udio respons\u00e1vel pela grava\u00e7\u00e3o n\u00e3o conseguiu capt\u00e1-los?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Portanto, o primeiro passo para a reprodu\u00e7\u00e3o musical de alta fidelidade \u00e9 dado n\u00e3o em nossas resid\u00eancias, mas sim nos est\u00fadios de grava\u00e7\u00e3o e mesas de mixagem. Conclus\u00e3o: somos todos ref\u00e9ns do bom gosto (e compet\u00eancia) dos engenheiros de \u00e1udio.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>MINIDICION\u00c1RIO HIGH-END Ambi\u00eancia, palco sonoro, transpar\u00eancia&#8230; explicamos alguns dos termos ligados ao mundo do \u00e1udio que geram mais d\u00favida entre os leitores. &nbsp; Por Vinicius [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-396","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/eventeditora.com.br\/hotsites\/ht25anos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/396","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/eventeditora.com.br\/hotsites\/ht25anos\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/eventeditora.com.br\/hotsites\/ht25anos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eventeditora.com.br\/hotsites\/ht25anos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eventeditora.com.br\/hotsites\/ht25anos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=396"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/eventeditora.com.br\/hotsites\/ht25anos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/396\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":468,"href":"https:\/\/eventeditora.com.br\/hotsites\/ht25anos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/396\/revisions\/468"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/eventeditora.com.br\/hotsites\/ht25anos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=396"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/eventeditora.com.br\/hotsites\/ht25anos\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=396"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/eventeditora.com.br\/hotsites\/ht25anos\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=396"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}